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“Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.” André Luiz

Violência no esporte, o que mudou?

Enviado em 1 de outubro de 2016 | No programa: Juventude Maior | Escrito por | Publicado por Juliana Chagas

Futebol americanoMudaram os uniformes, os estádios, o preço dos ingressos e até mesmo os esportes, mas quem ainda está em campo é o ser humano. E às partidas ele leva todas suas virtudes e vícios que explicam seu momento de evolução espiritual na Terra. Dessa maneira, as paradoxais manifestações de violência da atualidade são explicáveis pela natureza humana e seus vícios mundanos, porém injustificáveis, já que são consequências dos instintos reprimidos.

Pode parecer óbvio quando explicado dessa maneira, mas o que nos difere dos animais selvagens é a nossa capacidade de sobrepor as racionalidades aos instintos. E, quando o fazemos de maneira homônima, somos capazes de desenvolver emoções virtuosas como o Amor, empatia, alteridade e tolerância. Entretanto, na maioria das vezes a racionalidade é imposta – é ilegal matar, é ilegal roubar, é ilegal mentir – e os instintos reprimidos, invés de superados, geram emoções propícias à violência: ódio, vingança, intolerância e inveja.

Os esportes, então, fazem parte de um conjunto de cenários nos quais – como válvulas de escape – cedem às as forças dos instintos reprimidos. Ou seja, a força racional heterônima perde sua influência, e o indivíduo transgrie as ilegalidades e agride o rival, motivado pelos sentimentos já citados. E, as circunstâncias, as causas práticas e as consequências podem até mudar, porém é esse estimulo instintivo que iguala, majoritariamente, as manifestações da violência humana.

Expondo a realidade dessa maneira, ela parece ser um beco sem saída para um mundo cheio de sociedades e organizações estatais e carente de humanidade, mas há bastante tempo sugestões sábias de comportamento como “Amar o próximo como a si mesmo”, “Amai os vossos inimigos” vêm orientando o despertar da racionalidade autônoma, através de religiões, doutrinas, ou até mesmo contemporâneas filosofias de vida, que valorizam o amor, empatia e tolerância.

Assim, é possível concluir que a violência no esporte é o reflexo das fragilidades de uma racionalidade que reprime os instintos e não os supera. No entanto, existem movimentos como o Espírita, que funcionam como suportes favoráveis à conciliação entre instintos e razão distanciada da violência.

 

Foto ilustrativa: freepik.com

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